( Sexto capítulo do livro (ver imagem de capa) Caminhos Filosóficos para a Luz: Filosofia Viva nos Fundamentos da Arte Real ) de minha autoria. A entrada no paradoxo A Maçonaria, desde seus fundamentos simbólicos, se apresenta como uma escola de liberdade. Fala-se em libertar o homem da ignorância, da tirania dos instintos, do peso da inércia. O ideal maçônico evoca, com frequência, o brilho da consciência desperta e do homem autônomo, senhor de si. Mas não se tarda a perceber um paradoxo essencial: para ser verdadeiramente livre, o iniciado precisa aprender a obedecer. Obedecer não a um outro externo e autoritário, mas a um princípio interno, a um código simbólico e ético que transcende os caprichos do ego. E essa obediência só é possível com disciplina. Liberdade e disciplina - dois polos que parecem se opor, mas que na Maçonaria se abraçam. A liberdade como conquista, não ponto de partida Ao ingressar na Ordem, muitos acreditam estar recebendo a chancela da liberdade plen...
MAÇONARIA E PSICOLOGIA EM DIÁLOGO - Uma ponte reflexiva e fraterna entre a Maçonaria, a Psicologia e outras ciências, promovendo o autoconhecimento, a integração da sombra humana e a valorização da fraternidade como prática psicológica. Um estímulo aos Irmãos para que visualizem suas jornadas sob lentes simbólicas, compartilhando temas e ferramentas simbólicas da Ordem como meios de evolução pessoal e social.